Quando as pessoas resolvem escrever suas memórias – e eu já o fiz – é natural que valorizem e deem primazia às coisas boas que lhes aconteceram na vida. Não fiz diferente em meus registros, mas ao mesmo tempo não deixo de imaginar como seria uma (auto)biografia em que alguém narrasse suas perdas, não suas conquistas. Pus-me de fato a pensar nisso com mais profundidade … Continuar lendo A arte da perda
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