A história d’O Paca
Sim, o Paca. Filho de um outro Paca e já tendo até filho com tal apelido também. Figura curiosa, se não extraordinária, ali na Fazenda Santa Rosa, do meu amigo Dr. Guimarães. Palavras, bem poucas dispunha, além de sim, não, hum-hum, opa, eita, espia aí, brigado e mais algumas outras, sempre medidas e parcimoniosas. Quando indagado do nome, que era oficialmente Jair, Jovair, Isvair, ou coisa assim, apenas respondia: é Paca mesmo. Era tido como um tipo meio ou bastante abilolado pelos camaradas e pelo povo dali, embora respeitado, mas o Guimarães o tinha em conceito diferenciado: já vi piores, esse aí conseguiu até se casar.
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