Não preciso disfarçar de ninguém que aqui neste espaço tenho sido um crítico ferrenho da família Bolsonaro, desde o pai, passando pelos zero-zero, pela Micheque etc. Mas hoje se exacerbam minhas razões para tal disposição, eis que estamos diante da chance real de que um deles se torne Presidente da República (se isso acontecer eliminemos as maiúsculas “P” e “R”, ok?). Pois é, não falo de loja de chocolates, de mansões compradas com dinheiro na mala, de ameaças a desafetos, de incapacidade intelectual, de malandragem e omissão no trabalho, de irrelevância política, de rachadinhas, de descontrole de esfíncteres, nada disso. Falo é do amigo e parceiro de bandidos, que condecora, oferece emprego, abriga, elogia e acima de tudo age como miliciano na política e na vida pessoal. Vocês que ainda não decidiram seu voto ou mesmo que já decidiram em favor de tal criatura: é isso mesmo que vocês querem para o nosso país? Para o futuro de seus filhos e de seus netos? O amanhã das instituições que com duras penas conquistamos? A crença naquela Democracia, que mesmo errada sempre estará mais certa do que o que querem colocar no lugar dela? Ah, meus amigos, pensem melhor na gravidade dessa hora. O Brasil merece coisa melhor; aliás, nunca esteve diante de um abismo assim. Gostemos ou não de LULA (eu também tenho restrições a ele), no momento esta é a única saída. Flavio, o B, NÃO, NUNCA, JAMAIS, EM HIPÓTESE ALGUMA! “B” de que, afinal? “B” de Burro, de Boçal, de Beócio, de Bizarro, de Besta, de Bocó, de Brega, de Batoteiro, de Banal, de Banana, de Borra (e Lambe) botas, de Belicoso, de Biltre, de Bruto, de Baixo, de Balofo, de Biscate. Ele, de fato, é uma B* completa, acabada, fétida, pasto de varejeiras, amontoada em alguma calçada à espreita da pisada de incautos, distraídos e iludidos.
Tenho dito…
