Hospital da Criança de Brasília: uma instituição em três dimensões
Vamos combinar de início: aqui fala um fã, um apaixonado pela iniciativa. Tanto que me transformei em voluntário, com muita honra! Mas é difícil não se apaixonar… Talvez alguns promotores xiitas não se sensibilizem, mas pessoas normais, com certeza. Aliás, qualquer pessoa que venha ao Hospital da Criança José de Alencar de Brasília (HCB) ao chegar percebe que está em um lugar “diferente”. Isso não acontece apenas com quem vem para trabalhar ou se tratar, mas afeta a todos que por algum motivo aqui fazem presença: visitantes, fornecedores, prestadores de serviços, curiosos. Todos! Continuar lendo “Hospital da Criança de Brasília: uma instituição em três dimensões”

Oitenta dias longe do Brasil. Mais do que isso, distante dos filhos, netos e
E agora, Jair? /
Finalmente o candidato que é a cara do Brasil (ignorante, arrogante, autossuficiente, desinformado, mal educado, preconceituoso, violento etc), com seus quase 50% de votos, revela suas ideias para a nossa área. Em linhas gerais são as seguintes:

Uma petição me chega pela internet, anunciando a demissão (março de 2018) de Sonia Fleury, na Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas, após 35 anos de trabalhos na instituição. Deploram que era ela a “professora mais produtiva da Ebape” e que formou em seus anos de trabalho “incontáveis gestores, acadêmicos, militantes políticos, por meio de suas aulas e da orientação de monografias e teses”, tendo ainda “contribuição fundamental na construção da democracia brasileira, como formuladora do desenho do SUS”. A demissão de Sonia Fleury é então considerada “mais uma ação da FGV no sentido de destruir a Administração Pública e cercear o pluralismo e o debate de ideias na escola”. Pergunto: será isso mesmo?
Gosto de escrever (e mais ainda de ser lido…) e esta minha veleidade tem me levado a incursões pela crônica e pela poesia, além de alguma produção técnica também. Mas me faltava alguma passagem pelo teatro, arte que adoro, mas com a qual careço de intimidade, seja como expectador (pouca) ou autor (nenhuma). Mas não é que descobri, escondido em uma pasta do Windows, um texto teatral de minha autoria, produzido há pelo menos dez anos? Era para ter sido um exercício em classe, de um curso de gestão em saúde que produzi para uma instituição privada de ensino. O curso não aconteceu e as horas que passei preparando aulas e outras atividades didáticas, além de me reunindo com a equipe do contratante, não me foram retribuídas materialmente. Mas pelo menos me diverti escrevendo, particularmente este “drama sanitário em ato único”, além da melancólica história da gerente Filomena, sob a forma de um pequeno conto, que ora lhes apresento.