Inesquecíveis anos 60

ABBEY ROADQuem passou pelo anos 60 (como eu) é impossível não ter ficado marcado pelos acontecimentos de uma época que teve Beatles, Che Guevara, Woodstok, ditadura militar, homens pisando na lua, jovem guarda, liberação sexual e tantas coisas mais…

Nesta pequena memória, parte de um projeto pessoal, que me envolve como agente e minha família como receptora direta, conto um pouco de minha vivências naqueles anos.

A primeira parte, relativa aos anos 50, já postei há meses, vejam o título <MINHA VIDA DE CACHORRO>. Clique aqui: VAGA

Não foi pouco: nos anos sessenta, entrei menino, saí médico…

Quer saber mais? Clique aqui VAGA LEMBRANÇA ANOS 60

 

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4 comentários sobre “Inesquecíveis anos 60

  1. Adorei o livro! Delícia de ler. Li numa sentada, ou melhor, numa deitada. Descobri muitas coisas suas que eu desconhecia; não propriamente sobre a sua vida, mas sobre o seu jeito de ser na vida. Sempre achei q vc era mais certinho… ainda bem q não foi!
    Achei legal a forma como falou da Eliane. Pq não manda um livro pra ela? Ou não rola essa liberdade?
    Só fiquei assustada com a pobreza da minha trajetória profissional tão diferente da sua e do resto do mundo… Parei tudo para ser mãe. Superprotegi as filhas, quem sabe para me proteger da insegurança de enfrentar o mundo fora de casa. Parei naquele ponto da vida, q vc comenta no livro, paralisada pelo medo em vez de me movimentar na direção dos sonhos. Minha história daria um bom livro… de ficção. Mas isso fica pro próximo capítulo.
    Vaguem lembranças! Pq estamos à espera do próximo. Beijo!
    Claudia

  2. Timbaúba, 12 de fevereiro de 2016.

    Caro Flávio,

    Seu livro VAGA, LEMBRANÇA (ANOS 60) é muito interessante, trata-se de mais uma obra literária feita com larga experiência e com muito zelo a uma causa: Sua ADOLESCÊNCIA, como amadurecimento do ser-humano. Fiquei tão envolvido na sua leitura que meu pensamento, também, viajou pelo passado, porque boa parte do que você relata eu passei na minha juventude, onde a aventura e os desafios foram constantes. Você contou histórias interessantes de seus familiares, recordando suas lembranças da infância e adolescência, até chegar a uma vida adulta cheia de triunfos e realizações. Gostei imensamente dos registros dos tempos escolares e das amizades com os colegas, das brincadeiras, das algazarras e das incertezas do futuro.

    O motivo dessa carta é para dizer o quanto gostei de sua autobiografia, porque você soube dosar a experiência, o saber e o lúdico de sua vida, e principalmente pelos destaques de pessoas que fizeram parte de sua admiração que de uma maneira ou outra influenciaram sua formação pessoal e profissional. Você citou os momentos “bons” e “ruins” sem obscurecer seus “pontos fortes” e “pontos fracos” de sua passagem na vida. Admirei a importância que você deu a formação de grupos de colegas numa interação onde a busca pela amizade era o desafio esse tão conquistado que, até hoje, é conservado o bom relacionamento com alguns. Que histórias belíssimas de suas ligações cotidianas de sua BH e a demonstração do orgulho de ser mineiro.

    Você, Flavio, teve excelentes oportunidades de viver num mundo intelectualizado e bem aproveitou disso para realizar o seu maior sonho: A Medicina. Você, hoje, é um cidadão do mundo e um profissional qualificado pelos seus esforços e insistência nos seus objetivos de vida. Ouros aspectos importantes fora a sua trajetória amorosa, tão vigorosa naquela fase dos primeiros lampejos entre o homem e a mulher onde dou destaque para sua colega de faculdade Eliane, que tornou-se sua esposa e mãe dos seus três primeiros filhos que tive a felicidade de conhecê-los.

    Senti nas suas palavras e nas suas histórias que você como médico e escritor transmite as seus leitores que a vida é para ser vivida plenamente, mesmo que se corra os riscos que a mesma oferece e que jamais devemos parar de lutar pela nossa felicidade. Valeu Mestre Flávio, é isso aí! Você Graça a Deus aprendeu com o mundo a ser romântico, inteligente, matreiro e feliz. Sua filosofia de vida é o resultado de toda a sua vivencia. Parabéns!!!!

    Flávio, felicito-o pelas suas histórias de vida onde com certeza se divertiu em escrevê-las e eu mais ainda em lê-las. Aproveito para parabenizar o ilustre professor, médico, escritor e amigo, e que Deus o ilumine sempre para outras investidas literárias e externo a satisfação de nossa amizade e poder também desfrutar do seu convívio familiar e social, não esquecendo e dando grande importância o elo maravilhoso que nos une, o nosso querido neto; Francisco Goulart Monteiro.

  3. Oi, Flavão
    Gostei demais do presente de Natal, suas lembranças de adolescente e jovem adulto – nem tão vagas assim… Você tem uma memória privilegiada e escreve muito bem, gostei da sua história e do seu estilo! Acabei passando em revista minha adolescência “alienada”; acho que só tomei um pezinho quando entrei para a faculdade, um marco na minha vida. Pedro Nava ia gostar de ter lido suas lembranças de BH!

    Você tinha me prometido um livro no natal… e não me entregou. Lembra? Disse que comprou em um sebo em São Paulo. Eu também comprei um livro pra você e não te entreguei, estamos empatados. Vc tem certeza que não tem o livro Retratos na parede, sobre o poema “Imagem, terra, memória”, de CDA, prefácio da Mariza e fotos do Brás Martins da Costa, de Itabira? Comprei para você, que disse que não tinha, mas por acaso mamãe já não te deu esse livro? Em fevereiro a gente esclarece.

    Agora que estamos os 4 aqui, vou retomar o assunto da cuidadora para a Favita. Mamãe só levanta da cadeira da copa para ir ao banheiro, passa o dia todo lá. Raramente vai à cozinha (só quando as pernas estão muito firmes), lugar que adora!

    Mamãe já tem na poupança guardados comigo mais de 7.000,00 – dá para despesas pessoais por muito tempo, não é? Então a partir de fevereiro vou depositar na conta do papai a mesada que eu depositava pra ela. Você me pede para te lembrar sobre os depósitos que você faz. Este mês você não me avisou, chegou a depositar?

    Adorei a foto dos três pequenos novamente reunidos. Dá pra ver a alegria enorme do Chicão de reencontrar os tios. Demais!

    Beijo a todos,
    Myrinha

  4. Olá Myrinha! Obrigado pelos elogios!
    Como disse alguém, o melhor presenteado é quem presenteia… E eu devo confessar que esta pequena aventura literária tem me dado muita satisfação, tanto em escrever como em recolher as homenagens… Acho que devo até pedir desculpas aos meus “presenteados” por pegar carona no presente, de forma tão descarada… Além do mais, o que mais poderia querer alguém que escreve?
    FLAVIO

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