Você é o famoso quem?
Vejam só esses caras – ilustríssimos desconhecidos até então – que agrediram Chico Buarque numa rua do Leblon. Famosos agora, não é? Estamos em tempos de gente famosa. Ou melhor, gente que quer ser famosa a qualquer custo. Gente obscura, mas que se alimenta de grandes pretensões. Gente que não sabe de nada, mas se julga a reencarnação de Sócrates. Gente que fita o resto da humanidade como se fosse uma escória (palavra que, aliás, apreciam bastante). Continuar lendo “Você é o famoso quem?”

AMIGOS LEITORES, mando-lhes esta mensagem de final de ano, coletada no grande FERNANDO SABINO – para os que estão envelhecendo (como eu…), para os que já envelheceram, para os que ainda vão envelhecer e, principalmente, para os que pensam que NUNCA irão envelhecer… Além do mais, em um ano como este (que felizmente já vai passando), é preciso muita reza…
O presente texto, elaborado mediante contrato com a OPAS Brasil tem por objetivo, além da realização de uma revisão bibliográfica sobre o tema da gestão regional e gestão local em saúde, com foco nas diretrizes de regionalização e governança no SUS, seus avanços e desafios, responder a uma questão ampla, qual seja: a regionalização da saúde no Brasil, tal como colocada em documentos normativos mais recentes, derivados do Pacto pela Saúde de 2006, tem encontrado mecanismos apropriados de governança para se impor ao cenário da política pública?
Militantes da reforma psiquiátrica invadem sala do Ministério da Saúde sala para protestar contra a nomeação de um dono de clínica psiquiátrica para um posto onde deveria imperar uma ótica e uma ética totalmente contrárias a isso. Coisa de doido? Não! Coisa de um governo que, em nome da tal “governabilidade” entrega, a cada dia, pencas e pencas de bananas para que alguns símios as vigiem e amarra cachorros com saborosas linguiças.
O escritor Vargas Llosa, prêmio Nobel de literatura, crítico ferrenho dos regimes populistas da América latina, disse certa vez que o Partido Revolucionário Institucional (PRI) mexicano havia inventado a “ditadura perfeita”, que tinha tudo de democracia, tal como eleições, parlamento, mudanças de poder a cada período etc mas não passava de um totalitarismo imutável.
(D’Après um tema de Affonso Romano de Sant’Anna, década de 60 – meu professor de português no Colégio Estadual, em BH)