Continuação…
(Fantasia sobre o conto “João Porém, o criador de perus”, de João Guimarães Rosa (in Tutaméia) Continuar lendo “Continuação…”
(Fantasia sobre o conto “João Porém, o criador de perus”, de João Guimarães Rosa (in Tutaméia) Continuar lendo “Continuação…”
Com todo respeito, vai aí meu poeminha triste para quem anda sofrendo em Paris e em Mariana… Em Paris, ataque islâmico Em Mariana, ataque “lâmico” Em Paris se repete Bali Em Mariana se repete a Vale Em Paris o Triunfo da Dor faz seu Arco Em Mariana impera a Samarco Em Paris a Dor vem antes da Fama Em Mariana, … Continuar lendo Enlutados e enlameados
Amigo, devo dizer que fico realmente preocupado quando vejo pessoas progressistas como você (para não dizer de esquerda, pois este termo está muito desgastado) tentarem justificar os atos de terror perpetrados por fiéis do islamismo em várias partes do mundo, como uma resposta compreensível, dadas as muitas maldades que as chamadas potências ocidentais fizeram contra eles ao longo dos séculos. Continuar lendo “Carta a um amigo simpatizante da causa islâmica”
Em um poema de 1938 Carlos Drummond de Andrade levanta a possibilidade de que, para resolver os problemas de um “mundo caduco” talvez fosse o caso de “dinamitar a ilha de Manhattan”. Alguns veem nisso uma antecipação do 11 de setembro. Mas com “Os bens e o sangue”, de 1951, não seria bem o caso de uma antecipação profética do que ocorreu em Mariana? Espiem: “E virá a companhia inglesa e por sua vez comprará tudo / e por sua vez perderá tudo e tudo volverá a nada / e secado o ouro escorrerá ferro, e secos morros de ferro / taparão o vale sinistro onde não mais haverá privilégios…” /
Leia os dois poemas na íntegra a seguir
A vida é essa: descer Bahia, subir Floresta... E já que subiu Floresta, aproveite e vá observar a cidade do alto do Colégio Batista. Velhas casas, velhas ruas, quintais pequenos mas de grande frondes. À frente, a Serra do Curral, emoldurando o cenário de um gigantesco paliteiro. Bonito? Tem sua graça, sempre, esta re-cem-tenária cidade.
Desça agora por uma das ladeiras que vertem na Lagoinha as pessoas, os carros e as fortes enxurradas, quando é tempo delas. Antigo caminho da perdição, hoje apenas passagem de estudantes e comerciários, para a lida brava na metrópole. A Praça Vaz de Mello já não é do povo e sim dos carros, mas a Lagoinha está muito melhor. Quem duvidar que suba Antonio Carlos até a altura do antigo Mercadinho Popular, que reformado virou lugar dos mais ajeitados. Continuar lendo “Promenade belzontina”
(Dedicado à memória de José Garcia Brandão)
Do portãozinho do jardim, ainda o ouvi repetir: – que você seja feliz, que Deus lhe abençoe…
Entrei no carro depressa, com um certo pudor de que ele me visse os olhos molhados. E vim pela estradinha de terra, depois pela rodovia, gozando o privilégio de ter encontrado, em plena madureza, aquela especial figura de pai e amigo. Continuar lendo “Um Pai por escolha”
A nossa simpática jabuticaba não é mais uma daquelas coisas que só existem no Brasil…
Aqui acontece, também, de forma inédita e exclusiva, por exemplo, um Presidente da Câmara dos Deputados, vazando crimes pelo ladrão (ou sendo ele o próprio ladrão…) tornar-se fiel da balança de um eventual processo de impedimento contra uma Presidente eleita não apenas pelos seus pares, mas por muitos milhões de brasileiros, contra a qual não há, até o momento pelo menos, acusações formais.
Deixo as coisas claras de princípio: não votei em Dilma, nem da primeira e nem da segunda vez. No plano pessoal, tenho certa birra de gente mandona e desarticulada de ideias como ela. Mas o que importa é o fato de que acredito que o rodízio de poder é fundamental para a democracia. Sendo assim, optei por Marina e depois Eduardo Jorge. Continuar lendo “O dilema da jabuticaba”
Flamboyant ou Delonix regia. Esta é a marca (ou uma delas…) entre outubro e novembro em Brasília. Uma compensação para a agrura da seca, que este ano esteve especialmente braba por aqui… Estão por toda parte, mas as da W3 Sul são especialmente exageradas na cor e no porte. Vamos ver algo mais sobre esta maravilha na wikipedia mesmo…
Continuar lendo “Anotações para o calendário florístico do DF: Flamboyant”
Linda essa no Lago Sul, altura da QI 19, não? Elas estão por toda parte, por exemplo, no grande círculo de cerrado pertencente ao INPE, no Sudoeste. Florem no auge da seca e ainda mostram sua florada rosa ou lilás no início das águas. São amigas das cigarras, creio… Querem saber mais? Eu também. Vejamos o que diz a wikipedia… Continuar lendo “Apontamentos para o calendário florístico de Brasília: Sucupira Branca”